Quinta das Lameiras Village

Quinta das Lameiras Village

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É o nome do resort que será construído às portas de Figueiró dos Vinhos. Para a primeira fase, o promotor convida construtores da região a investir e a ganhar dinheiro.

A construção do resort turístico Quinta das Lameiras Village deverá arrancar no início do segundo semestre deste ano, em Figueiró dos Vinhos, um empreendimento a implantar em 25 hectares e por 108 lotes, englobando vivendas, hotel, restaurante, museu e outros. Segundo David Coimbra da empresa promotora, a Mainland Investimentos Imobiliários, o investimento global é na ordem dos 12 milhões de euros, entre terreno e infraestruturas, devendo chegar aos 70 milhões de euros com as construções,.

Numa primeira fase, que engloba 43 lotes, “a nossa ideia é fazer um pacote de boas condições para vender a promotores imobiliários e construtores”, disse David Coimbra, líder da empresa promotora, esclarecendo que existem duas tipologias possíveis, T3 e T4, e quatro projetos-tipo de arquitetura, tantos quanto o número de arquitetos que trabalham neste projeto. Com isto, pretende-se manter uma certa harmonia no complexo, ainda que sejam estilos diferentes, muito embora todos os projetos “sejam modernos e recorram à pedra de xisto, típica da região, madeira, vidro, ferro e telhados de pouca inclinação”, adiantou.

“Os construtores adquirem os lotes, constroem e a comercialização é assegurada por nós”, disse David Esaguy Coimbra que, além de ser acionista maioritário da Mainland, também é o principal responsável pela mediadora imobiliária Esaguy & Esaguy. No portfólio, esta empresa tem inúmeras credenciais, como a venda de conhecidos resorts – o Pine Cliffs, em Albufeira, a Praia d’El Rei, em Óbidos, a Quinta da Penha Longa, no Estoril, a Vilamarina, em Vilamoura, a Quinta da Marinha, em Cascais, entre outros.

 

 Aproveitar os incentivos fiscais

“Já iniciámos contactos para a comercialização, quer diretamente com clientes quer com outros parceiros de mediação imobiliária noutros países, e a nossa estratégia passa pelo mercado da emigração, em França, e clientes estrangeiros na Alemanha, Luxemburgo e Bélgica”. Nos planos, está também o mercado chinês. O primeiro lote deste empreendimento “foi já vendido a um cliente suíço”, disse o mesmo responsável, adiantando estar em conversações também com um grupo chinês.

Um dos targets de clientes para o empreendimento são os residentes não habituais (RNH), que podem usufruir de incentivos fiscais a vários níveis, explicou o advogado Mário Diogo, também ligado à equipa promotora, o qual considera que este instrumento, “a par dos Golden Visa, é um extraordinário aliado para a comercialização”.

“O nosso objetivo é fazer negócio com a venda de lotes, construção e venda das moradias, sem recurso à banca”, disse David Coimbra, que acredita conseguir vender tudo dentro de “dois ou três anos”. Além das moradias unifamiliares, cujo preço deverá variar “entre 650 e 750 mil euros”, o complexo disporá também de um boutique hotel, com 25 quartos, que será edificado num lote de 20 mil metros quadrados, dos quais cerca de 3.500 metros quadrados de implantação.

 Revista Invest / J.P.L. –  Edição de António B. Carreira

 

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