Pedrógão Grande: Casa Mortuária entra em funcionamento

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Decorreu na tarde de hoje, sábado dia 16 de Abril, a cerimónia da Abertura Oficial da Casa Mortuária de Pedrógão Grande, obra da Junta de Freguesia orçada em 150.000 euros, integralmente suportados pelo orçamento desta autarquia.

A Casa Mortuária está equipada com dois grandes salões com cadeiras e ar condicionado, WC e salas de apoio, e localiza-se na Avenida Francisco Sá Carneiro.

Após a Bênção das instalações feita pelo Rev.º Padre Júlio foi a vez do presidente da Câmara Municipal dirigir alguma palavras ao muito público e convidados presentes. Valdemar Alves felicitou o executivo da Junta por esta realização, frisando que “esta é uma casa que não mete medo a ninguém. É airosa, virada para a modernidade”.

Sílvia Bento, secretária da Assembleia de Freguesia e em representação do presidente daquele órgão, Carlos David Henriques, ausente por motivos familiares, leu uma mensagem escrita pelo autarca, onde este se diz “honrado por pertencer a esta equipa”, gratificando-se por “apesar das várias vicissitudes que aconteceram no desenvolvimento deste processo, o executivo encontrou forma e engenho para as ultrapassar”.

Num discurso emocionado, Pedro Nunes começou por agradecer a várias entidades e individualidades: a equipa técnica do município, nomeadamente à arquitecta Sofia Ferreira e aos engenheiros António Armindo, João Pedro e Fiscal Domingos Coelho, a Inês Nunes e David José, a Marina Martins, ao Sr. Avelino e restantes funcionários da Junta, ao Município de Pedrógão Grande pela disponibilização dos seus técnicos e na logística, a António Vilhena do executivo do anterior mandato, e a Lúcia Bernardo e Alberto Roldão do actual executivo, e a João Marques, presidente da Câmara Municipal no anterior mandato autárquico, a quem se referiu: “acredite que sem a sua preciosa ajuda este empreendimento não existiria”. Pedro Nunes realçou ainda que “esta obra, bem como todos os equipamentos que a compõem estão pagos, sem recurso a qualquer financiamento, apoio estatal ou comunitário, somente com recurso às poupanças que fizemos ao longo dos anos”. No final, Pedro Nunes rematou com: “Sr. Vilhena, Lúcia, Sr. Beto, obrigado pelo vosso apoio, lealdade, espírito de sacrifício, obrigado pela vossa amizade e deixem-me dizer: Conseguimos!”

Após uma visita às instalações da Casa Mortuária, seguiu-se um Porto de Honra que decorreu na ETPZP.

António B. Carreira

 

 

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