ESTAMOS EM PLENA ÉPOCA DE INCENDIOS COM PONTOS DE ÁGUA PARA APOIO DOS MEIOS DE COMBATE AO ABANDONO. A RESPONSABILIDADE NÃO É DA AUTARQUIA, É, COMO EDUARDO CABRITA CONCLUIU; “responsabilidades, aos vários níveis, cabe a todos”

 

A povoação de Singral Cimeiro, freguesia de Campelo, concelho de Figueiró dos Vinhos, geograficamente localizado no interior da maior mancha florestal do centro do país, atingida pelo incendido de 1991, iniciado no concelho de Miranda do Corvo, percorrendo os concelhos de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera e Pedrogão Grande, destruindo toda a zona florestal, agrícola e habitacional até á margem do rio Zêzere (Barragem do Cabril e Bouçã).

 

Recordamos a destruição de todas as habitações de Singral Cimeiro, Fundeiro e Cearas, só uma parte destas em Singral Cimeiro , pelo amor das suas origens e em homenagem e memória ao sacrifício dos seus antepassados reconstruída, ficando ao abandono um número significativo das habitações não só do Singral Cimeiro com o a totalidade das habitações de Singral Fundeiro e Ceras, transformadas em “ruinas” cobertas de vegetação ,

A povoação do Singral, rodeada de imensa floresta, por esse motivo muito vulnerável a incêndios florestais nas épocas críticas atendo a essa situação, o município de Figueiró dos Vinhos, no enquadramento do “PLANO MUNICIPAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS”, e” PLANO MUNICIPAL DE EMERGENCIA E PROTECÇÃO CIVIL”, responsável por várias infra-estruturas para apoio dos meios de combate aos fogos florestais, ordenou a construção em pontos estratégicos de depósito de grandes dimensões, sendo um destes construído no final da EM 1124, proximidade da povoação do Singral.

A operacionalidade desta infra-estrutura, para manutenção permanente como demonstrado pela foto, provém da captação de água da ribeira de Alge, bombeada por de uma bomba eléctrica, através de tubagem responsável pela operacionalidade deste ponto de água, não podendo a autarquia ser responsabilizada pela sua inoperacionalidade, muito menos quando a água ao mesmo destinada por instintos humanos desviada para reservatório destinado a consumo doméstico o seu abastecimento deveria provir de uma nascente existente na proximidade da Catria, situação da qual não estamos interessado clarificar, apenas recordar aos responsáveis residentes no Singral a polémica recentemente ocorrida entre Vasco Estrela, Presidente município de Mação e Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna, terminando este por concordar e esclarecer; as “responsabilidades, aos vários níveis, cabe a todos”, obviamente a responsabilidade pela falta de cooperação com a autarquia, é dos proprietários do aglomerado habitacional do Singral repartida pelos proprietários das áreas florestais.

 

PONTO DE ÁGUA ABANDONADO PELA PRÓPRIA POPULAÇÃO:

Esquecem os responsáveis desse abandono não só o incêndio de 1991 como o de Pedrogão Grande em 2017, se aproximou do aglomerado habitacional de Pé de Janeiro, ameaçando todo o  seu aglomerado habitacional caso não ocorresse o apoio da “comissão de compartes de Alge”, através de um veiculo equipado com kit de primeira intervenção evitou mais uma catástrofe.

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INFORMAÇÃO GRÁFICA “ENGANOSA”

Toda esta situaçãoagravada pela falta de vigilância e cooperação, dado uma placa informativa (enganosa), colocada na EM 1124, á saída de Alge no sentido de Singral, informando da existência de um ponto de água em Singral Cimeiro a 3.300m, destinado ao apoio dos meios aéreos e bombeiros, quando no combate aos incêndios florestais.

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Inadmissível essa falta de vigilância se concluirmos o Singral Cimeiro, conta um único habitante em permanência, por motivos profissionais a maioria os restantes esporadicamente, com excepção da época de verão quando mantém uma permanência mais assídua nesta povoação dando-lhe alguma movimentação,

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A resolução deste imbróglio é fácil, desde que alguém recorra ao município em especial ao seu presidente que é pessoa muito sensível para estas situações, para ordenar a colocação de válvulas electrónicas comandantes por bóias colocadas nos depósitos quando cheio cortaria o abastecimento mantendo a bomba parada.

 

AS FOTOS DEMONSTRAM AS HABITAÇÕES ATINGIDAS PELO INCENDIO DE 1991, ABANDONADAS EM “RUINAS” ENVOLVIDAS EM VEGETAÇÃO DO AGLOMERADO HABITACIONAL DE CEARAS.

 

 

 

 

 

 

 

 

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