Direcção da Associação Recreativa e Cultural “O Penico” de Alge organizou o almoço da Páscoa

A povoação de Alge, na altitude de 489 metros, tem uma ribeira, que tomou o seu nome e que nasce na serra da Lousã, atravessando o concelho de Figueiró dos Vinhos.

Um excelente património natural com fugas e praias fluviais, juntando-se ao rio Zêzere, sendo um bom motivo para descobrir a região, e que nos leva a parar e a esquecer o frenesim das cidades, a descobrir a calma de locais que se deparam aos nossos olhos como pequenos paraísos.

Geograficamente localizada no interior de uma das maiores manchas florestais do centro do país, integrada na freguesia de Campelo, concelho de Figueiró dos Vinhos, por motivos profissionais com uma significativa população a residir na área da grande Lisboa, nunca esqueceu as suas origens nem o mais variado e significativo património deixado pelos seus antepassados, e periodicamente aproxima-se desta povoação, recordando a sua adolescência.

Integrado nas festividades da Páscoa que se aproximava, a direcção da Associação Cultura e Recreativa “O PENICO”, com sede na povoação de Alge, presidida agora pelo jovem Paulo Lourenço, mantendo a tradição da direcção anterior presidida por Fernando Jalles, levou a efeito no passado dia 20, o tradicional almoço da Páscoa, dado uma numerosa presença de “Algenses” residentes na área da grande Lisboa e outros cantos do país, juntaram-se ás suas famílias, verificando-se uma significativa participação neste encontro gastronómico.

O “cardápio”, muito bem confeccionado pelas tradicionais cozinheiras da região, auxiliado por um grupo de senhoras participantes neste convívio, previamente anunciado “caldeirada de cabrito” com um muito apetitoso sabor a “borrego”, acompanhado um bom vinho e outras bebidas, sobremesas habituais terminando com o habitual café acompanhado de uma também muito apetitosa aguardente regional fabricada pelo nosso amigo “Tórito” – Vitor Santos.

Este encontro não se circunscreveu apenas ao almoço. Como habitualmente este encontro contou com muita animação e camaradagem, prolongando-se pela tarde com a habitual animação ao vivo da responsabilidade dos amigos de Alge, Augusto e esposa Clarinda, Tó Zé Braga e o tradicional cantor de improviso José Brás, sempre acompanhado do habitual “churrasco” com febras, couratos e outras iguarias, finalizando com a tradicional sopa da nossa avó.

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