Cartório Notarial Celeste Maria Rainho de Jesus Pita – Soure – MARIA SILVINA DA CONCEIÇÃO SIMÕES e marido ADRIANO DA SILVA MARTINS

Cartório Notarial

Celeste Maria Rainho de Jesus Pita – Soure

CERTIFICO para efeitos de publicação que por escritura de hoje exarada a fls. 3 e seguintes do livro nº 141 deste Cartório, os outorgantes:

MARIA SILVINA DA CONCEIÇÃO SIMÕES e marido ADRIANO DA SILVA MARTINS, contribuintes com os NIFs 120.139.430 e 120.139.448, casados sob o regime de bens da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Arega, concelho de Figueiró dos Vinhos, residentes na Rua D. Pedro I, lote 19, Bairro do Grilo, freguesia de Camarate, concelho de Loures, declararam que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do:

Prédio urbano composto por casa de arrecadações e arrumos, situado no lugar de Casalinho, freguesia de Arega, concelho de Figueiró dos Vinhos, com a área coberta de quarenta e seis vírgula noventa e cinco metros quadrados, a confrontar do norte com Arménio Simões, do sul com
Estrada, do nascente com Alice Fernandes e do poente com José Baião, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2.048, com o valor patrimonial para efeitos de IMT e Imposto de Selo, de 2.220,00 €, omisso na Conservatória do Registo Predial de Figueiró dos Vinhos.

Que eles outorgantes entraram na posse do prédio atrás identificado, que na matriz se encontra inscrito em nome dela justificante mulher, por volta de mil novecentos e oitenta, por compra verbal a Manuel Marques, viúvo, já falecido, residente que foi no dito lugar de Casalinho, freguesia de Arega, concelho de Figueiró dos Vinhos.

Que não foi, nem lhes é possível agora legalizar a referida compra por título válido, mas o certo é que desde a referida entrada na sua posse  portanto há mais de vinte anos, tem eles justificantes vindo a possuir o identificado prédio, em seu nome próprio, utilizando-o como arrecadações, nele fazendo obras de conservação e beneficiação, procedendo à sua limpeza, pagando contribuições e impostos, praticando todos os actos materiais correspondentes ao exercício do direito de propriedade, sempre com o conhecimento da generalidade das pessoas, sem oposição ou intromissão de quem quer que seja, e sem interrupção, portanto sob uma forma pública, pacífica e contínua, pelo que adquiriram o respectivo direito
de propriedade
, por usucapião causa esta de adquirir que, como é óbvio, não podem comprovar pelos meios extrajudiciais normais.

ESTÁ CONFORME

Soure, 28 de Janeiro de 2016

A Notária

(Celeste Maria Rainho de Jesus Pita)

 

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