CARTÓRIO NOTARIAL Celeste Maria Rainho de Jesus Pita – JORGE ALVES ABREU e mulher, ISILDA DA CONCEIÇÃO NEVES ABREU

CARTÓRIO NOTARIAL

Celeste Maria Rainho de Jesus Pita

Edifício Altamira, loja 5, r/c dto, Santo António – Soure

Telef. 239507246/239507317 – Fax 239507318

e-mail: notariasoure@sapo.pt

CERTIFICO para efeitos de publicação que por escritura de hoje exarada a fls, 19 e seguintes do livro nº 136 deste Cartório, os outorgantes:

JORGE ALVES ABREU e mulher, ISILDA DA CONCEIÇÃO NEVES ABREU, contribuintes com os NIF 158.301.994 e 158.301.986, casados sob o regime de bens da comunhão de adquiridos, naturais ela da

freguesia de Sé Nova, concelho de Coimbra, ele da freguesia e concelho de Figueiró dos Vinhos, onde residem na Aldeia Ana de Aviz, na Rua da Barroca, declararam que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos seguintes bens:

Todos situados na União de Freguesias de Figueiró dos Vinhos e Bairradas, concelho de Figueiró dos Vinhos

UM: Dois terços do prédio rústico composto de terra de cultura com oliveiras e videiras, com a área de mil cento e sessenta metros quadrados, sito em Cepa, a confrontar do norte com estrada, do sul com Américo Mendes e outros, do nascente com Manuel Lopes Atalaia e do poente com Osvaldo Godinho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 18.516,que provem do artigo rústico 18.803 da extinta freguesia de Figueiró dos Vinhos, com o valor patrimonial para efeitos de IMT e Imposto de Selo correspondente à fracção de 311,31 €, e omisso no registo predial.

DOIS: Três quartos do prédio rústico composto de terra de cultura com oliveiras, com a área de duzentos e noventa e oito metros quadrados, sito em Cepa, a confrontar do norte com herdeiros de António Pais, do sul com Augusto Conceição Batista, do nascente com António Almeida e do poente com João dos Santos Vaz, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 18.518, que provem do artigo rústico 18.805 da extinta freguesia de Figueiró dos Vinhos, com o valor patrimonial para efeitos de IMT e Imposto de Selo correspondente à fracção de 97,07 €, e omisso no registo predial.

Que eles outorgantes entraram na composse dos identificados bens da seguintes forma:

O bem identificado como verba número um, que na matriz se encontra inscrito em nome dele justificante marido, por volta de mil novecentos e oitenta por compra meramente verbal a Américo de Jesus Mendes e mulher Maria Augusta da Conceição Almeida, casados sob o regime da comunhão geral, já falecidos, residentes que foram em Aldeia de Ana de Aviz, da freguesia e concelho de Figueiró dos Vinhos.

O bem identificado como verba número dois que na matriz se encontra inscrito em nome da herança de Fernando José ramos Coelho e da herança de Américo de Jesus Mendes, por volta de mil novecentos e oitenta, por compras meramente verbais aos mencionados titulares inscritos, Fernando José Ramos Coelho, viúvo, residente que foi em Aldeia Ana de Aviz, e a Américo de Jesus Mendes e mulher Maria Augusta da Conceição Almeida, residentes que foram no lugar de Aldeia de Ana de Aviz..

Que não foi, nem lhes é possível agora legalizar as referidas compras por títulos válidos, mas o certo é que desde a referida entrada na sua composse, portanto há mais de vinte anos, têm eles justificantes vindo a possuir os identificados bens, juntamente com os restantes comproprietários, em relação ao prédio identificado como verba número um, Ana Rosa, viúva, residente em Aldeia de Ana de Aviz, freguesia e concelho de Figueiró dos Vinhos e José Manuel da Silva Alves, casado com Alice Alves, residentes na vila de Figueiró dos Vinhos e Ana Paula da Silva Alves Branquinho, e marido Hermínio Branquinho, residentes em Coimbra, o prédio identificado como verba número dois, Maria Leonarda Coelho Mendes Lourenço, casada com Júlio da Silva Lourenço, Aldegundes Coelho Mendes da Conceição, casado com Manuel Henriques da Conceição, Guilhermina Godinho Mendes, casada com Álvaro Mendes, Maria Manuel Mendes Godinho Tomás, casada com Avelino Tomás, António Coelho Mendes, solteiro, maior e Olívia Coelho Mendes, solteira, maior, todos residentes em Aldeia de Ana de Aviz, já referida, cultivando-os, colhendo deles os frutos e produtos, procedendo à sua limpeza, e avivando extremas, pagando contribuições e impostos, praticando todos os actos materiais correspondentes ao exercício do direito de compropriedade, sempre com o conhecimento da generalidade das pessoas, sem oposição ou intromissão de quem quer que seja, e sem interrupção, portanto sob uma forma pública, pacífica e contínua, pelo que adquiriram o respectivo direito de compropriedade por usucapião causa esta de adquirir que, como é óbvio, não podem comprovar pelos meios extra judiciais normais.

ESTÁ CONFORME

Soure, 04 de Junho de 2015

A Notária

 

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