Carta aberta do Vereador “João Graça” à presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera e Comunicado do PS de Castanheira de Pera

NOTA DE REDACÇÃO

Chegado á nossa redação “comunicado do Partido Socialista” respondendo a carta aberta da responsabilidade do Vereador João Graça visando a Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera, com único objetivo de deixar os nossos leitores informados sobre o comunicado do Partido Socialista, optamos pela sua publicação.

 

Exma. Sra.

Presidente da Câmara Municipal de

Castanheira de Pera

Alda Maria das Neves Delgado Correia de Carvalho

 

Carta Aberta sobre Turismo – Prazilândia, Turismo e Ambiente. E.M.

 

V.Exa. na qualidade de Presidente da Câmara Municipal, nomeou-me, conforme decorre da lei, Vice-Presidente do executivo e, entre outros pelouros, atribuiu-me o pelouro do Turismo, dada a minha formação e experiência nesta área. Desafio que aceitei e que encarei como uma das bandeiras do nosso
Concelho, no interesse de Castanheira de Pera e dos Castanheirenses, por entender que o turismo, num território como o nosso, é um polo de atração e de desenvolvimento gerador e potenciador da economia local, ainda mais, quando temos condições naturais ímpares.

Estranhamente, mas certamente numa decisão gestionária e politicamente ponderada por V. Exa., na qualidade de Presidente do executivo, fomos confrontados na semana passada com uma reportagem sobre a Praia das Rocas emitida num canal nacional – TVI – que deixou todos os Castanheirenses
embaraçados e incrédulos, com o estado de desleixo em que se encontra esta infraestrutura, pérola e âncora económica e social do Concelho.

Permita-me uma correção. Infelizmente houve quem não ficasse incomodado com essa reportagem, nomeadamente a Prazilândia, empresa gestora da infraestrutura, que até a publicou no seu site oficial, não sei se por inconsciência, irresponsabilidade ou meramente por ignorância pois a referida reportagem, de positivo nada tinha.

Assim, e perante este facto consumado, enquanto Vice-Presidente e responsável pelo pelouro do Turismo da Câmara Municipal de Castanheira de Pera, única acionista da Prazilândia, não posso deixar de manifestar a minha indignação (que é também a indignação de muitos Castanheirenses) pela forma
como aquela empresa municipal tem sido gerida, e que manifesto de forma transparente e leal em prol do interesse de Castanheira de Pera e dos Castanheirenses.

Para que fique claro o que tem acontecido na Prazilândia importa conhecer os antecedentes não só ao nível da sua gestão mas também do ponto de vista político, que passo a expor:

– Desde há largos meses que sabendo que o anterior representante do Município na Assembleia Geral estava demissionário, articulei-me com o próprio e com a Sra. Presidente do Município, manifestando a minha vontade de assumir aquele cargo;

– Esta minha intenção estava legitimada peto facto de ser titular do pelouro do Turismo, onde a Prazilândia se integra, e pela certeza de que a empresa precisava de uma gestão mais dinâmica, mais profissional, mais integradora, que assegurasse uma coordenação com os inúmeros atrativos do Concelho.

– Entre esses atrativos destaco o Santo António da Neve, a Capela velha de Pera, o Poço Corga, os Passadiços das Quelhas (um projeto deste executivo), o Património Industrial edificado ao longo da ribeira, a Igreja Matriz, os trilhos pedestres e cicláveis, a fauna animal e a riqueza botânica da nossa serra e ribeira, de forma a aumentar a afluência de visitantes ao longo do ano, diminuindo a excessiva sazonalidade de que o Concelho depende, porque, como sabemos, os executivos anteriores apenas se focaram na Praia das Rocas.

– Preocupava-me igualmente a incapacidade demonstrada pelo atual Presidente do Conselho de Administração da Prazilândia em zelar pelas infraestruturas que estão ao seu cuidado, e pelas quais, recebe uma avultada ajuda do Município. No entanto, está à vista de todos o estado de degradação
e/ou abandono em que se encontram as Piscinas Municipais, o Parque Infantil, o Ginásio, o Lagar do Corga, e até dentro da Praia das Rocas, os Bungalows, os Veleiros e o estado geral da praia, conforme ficou patente na reportagem passada num canal de televisão nacional. Estão em causa bens públicos cuja gestão deve ser cuidada e responsável, no interesse de Castanheira de Pera.

– Apesar deter o pelouro do Turismo, esta vontade em ser o representante do Município na Prazilândia foi boicotada pela Sra. Presidente que, sistematicamente, não quis colocar este assunto em agenda, o que me obrigou a pedir expressamente, para o fazer, na reunião de Câmara, que teve lugar no dia 15/11/2019. Fui acusado pelos vereadores da oposição de deslealdade e de assalto ao poder. Quanto à “deslealdade” não encontro sustentação para tal afirmação pois sempre fui transparente e tratei nos locais próprios os assuntos que ao executivo dizem respeito. Não posso é pactuar com a inércia e a má gestão, já quanto ao “assalto ao poder” deixo essa ilação para os Castanheirenses, pois a minha intenção é a defesa dos interesses dos município e, para que se saiba, tal nomeação não me dava qualquer beneficio remuneratório, apenas e só mais trabalho onde colocaria todo o meu saber e empenho para alterar o rumo da situação,

– Na sequência desses acontecimentos, ficou assente que o representante do município se manteria em funções até final de março de 2020, para que a administração pudesse fechar e entregar as contas da empresa – Prazilândia, e que após o fecho das contas se procederia, então, à minha nomeação como
representante do município. Esta proposta foi feita pela Sra. Presidente da Câmara, supostamente a pedido do Presidente do Conselho de Administração da Prazilândia, com a justificação de que seria para se ‘fechar o ciclo’. Apesar de discordar da necessidade da administração se manter em funções para apresentar as contas de 2019, atrasando-se, assim, a preparação das atividades para 2020, concordei e fiquei serenamente a aguardar pelo final do mês de março de 2020.

– Entretanto surgiu a pandemía, o que serviu para encontrar mais argumentos para atrasar o agendamento da minha nomeação como representante do município na Prazilândia, em reunião de câmara.

– O Presidente do Conselho de Administração da Prazilândia apresentou o pedido à Sra. Presidente para entregar as contas apenas no mês de junho, tendo por base o diploma que saiu no âmbito das medidas de confinamento provocadas peto COVID 19, o qual foi aceite pela Sra. Presidente. Aqui manifesto alguma perplexidade, pois não percebo porque é que uma empresa que tem a sua atividade durante meia dúzia de meses no ano, não consegue ter as suas contas fechadas atempadamente (até final de março),
ou até antecipadamente aos prazos legais, uma vez que a sua atividade e receitas se realizam quase na totalidade até meados de setembro. Pendendo, no meu modesto entendimento, as contas serem entregues no inicio do ano económico seguinte (neste caso 2020) sem necessidade de chegar ao limite
do prazo.

– Finalmente. a minha suposta nomeação foi agendada para o dia 08/04/2020,mais uma vez fiquei perplexo pois constatei que a Sra. Presidente decidiu, sem discutir o assunto com os vereadores do executivo, ser a representante do Município na Prazilândia, propondo-se a si mesma, direito que lhe assiste, mas que carecia de articulação com os seus vereadores. No entanto, esta nomeação foi feita em consonância, pasme-se, com os vereadores da oposição, que mais uma vez a apoiaram (politicamente correto – dividir para governar), votando a favor da sua nomeação numa clara manobra concertada com a Sra. Presidente.

– Entendo que a gravidade desta ação vai para além de interesses partidários ou pessoais, e demonstra um completo desprezo pelas instituições, pelas pessoas e pelos interesses dos munícipes de Castanheira de Pera, já para não falar numa atitude reprovável da Sra. Presidente e dos vereadores do Partido Socialista, que permitiram e pactuaram com a continuidade da má gestão na Prazilândia, que todos podemos testemunhar, e que culminou com os acontecimentos despoletados com a passagem da reportagem na televisão.

– Após estes acontecimentos dei conhecimento à Sra. Presidente da minha intenção de abdicar das funções de Vice-Presidente da Câmara Municipal. Propôs-me então, para assegurar a nomeação que eu integrasse a futura administração da Prazilândia para que pudesse dar corpo à estratégia turística que tenho para o Concelho, e para poder escolher uma equipa com um responsável com provas dadas, que a levasse a cabo. Mais uma vez, pensei, ingenuamente, que pudesse ser verdade, e que talvez conseguíssemos encontrar uma solução. Mais uma vez, fui enganado. A Sra. Presidente está à procura de uma solução sua, segundo me foi comunicado pela própria.

– Reitero, a minha convicção de que, não faz qualquer sentido que um ativo como a Praia das Rocas não seja gerido por um profissional com experiência transversal no turismo e desenvolvimento do território, que saiba delinear uma estratégia de desenvolvimento que potencie as riquezas do nosso concelho.

-Não faz qualquer sentido que quando todos os players do sector, nomeadamente governantes, empresários, associações, apontem o interior do País como a zona que mais procura vai ter, face à situação do Covid-19, o Presidente do Conselho de Administração da Prazilândia tenha os colaboradores em casa. De que estão à espera? De uma desculpa para não abrir a Praia das Rocas este ano?

– Independentemente de todas as limitações e regras que se tenham que cumprir, a Praia tem que ser limpa, os espaços preparados para que quem venha, possa usufruir da nossa jóia da coroa nas melhores condições possíveis.

E já agora, para que fique tudo mais claro para todos, pergunto:

– Porque não se renovaram ainda os bungalows? Qual é a desculpa deste ano para não o terem feito? Será que se instalou uma total desresponsabilização, incompetência e incúria?

– Como é possível que apenas o Presidente do Conselho de Administração da Prazilândia e a Sra. Presidente da Câmara não percebam o que se está a passar e estejam, passivamente, a deixar correr o tempo, sem estratégia à vista, sem ideias, sem objetivos.

– Tendo o Partido Socialista apoiado esta solução de gestão da Prazilândia está agora calado face ao estado em que se encontra a Praia das Rocas. Estão à espera de alguma coisa? Têm algum plano conjunto?

Sra. Presidente, este e outros assuntos que reputo de enorme importância para o Concelho, e para os Castanheirenses em particular, tem dividido a nossa opinião. Eu nunca deixarei de defender a minha Terra, sempre e quanto estiver convicto de que o interesse dos Castanheirenses e de Castanheira de Pera esteja em causa, com verdade, transparência e lealdade. Acima das convicções político-partidárias, está a minha responsabilidade, enquanto Vereador eleito pelos Castanheirenses, para pugnar e defender os interesses da Castanheira de Pera. Foi com este espírito que aceitei ser Vereador e será este o principio que seguirei, convictamente, enquanto desempenhar estas funções. É desta forma
que entendo e sirvo a causa pública.

Castanheira de Pera, 26 de maio de 2020.

O Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera

João Miguel das Neves Graça

 

 

Nota do diretor de “O Ribeira de Pera”

Diz o adágio popular:

O ouriço quando nasce trás o pico – filho de peixe sabe navegar…

A “carta aberta dirigida à Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera”, subscrita pelo vereador João Graça, indicia estar “grosseiramente” inquinada pelo vírus da pandemia COVID-19, fundamentada em aldrabices, insinuação, e “vigarice politica”, atentar contra o seu bom nome e desempenho político, e indicia dois objetivos:

1º: Desde algum tempo a tentar destituir a administração da “PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE, E. M.”, em sua substituição assumir ou, em alternativa, colocar pessoa sob seu domínio a controlar na administração.

2º: Destabilizar as competências da presidente do executivo, como independente o eleitorado elegeu, entre estas as previstas pelo Artigo 35º da Lei nº 75/2013, com o objetivo de politicamente a descredibilizar, para João Graça “pascácio político”assumir a presidência. Para desvendar e esclarecer os nossos leitores destas “desonestas habilidades”, o diretor de “O Ribeira de Pera” vai, em direito de opinião, na próxima edição para esclarecer.

 

 

Comunicado

 

A Verdade da Mentira

 

Confrontados, hoje mesmo, com a publicação de uma carta aberta dirigida à Presidente da Câmara Municipal, por parte, pasme-se!, do seu Vice-presidente e Vereador eleito nas mesmas listas, leia-se, pelo PSD, vimo-nos, numa perspetiva de reposição da Verdade e da Justiça dos factos, na obrigação de emitir aquele que é o nosso posicionamento sobre mais este episódio negro (entre tantos!) da nossa história coletiva.

 

Importa, desde logo, referir que a publicação deste texto acontece poucos minutos depois de terminada a reunião ordinária da Câmara Municipal, local indicado para o debate dos assuntos da nossa vida coletiva e onde, curiosamente, o “alegado” autor deste documento se remeteu a um silêncio ensurdecedor sobre várias questões colocadas, o que não deixa de ser revelador da má-fé, desrespeito e desprezo institucional para com o órgão Câmara Municipal.

 

Lamentavelmente, não nos surpreende, mas nem por isso deixaremos de classificar este comportamento como execrável.

 

De resto, esta circunstância permite até especular se a expressão “Não tenho nada a dizer”, proferida pelo Sr. Vice-Presidente na reunião de hoje, não deriva inclusive de algum desconforto em defender o conteúdo daquela missiva, cuja única certeza que assumimos como sua é a assinatura do mesmo.

 

Presenciámos pois, o terceiro episódio de um folhetim de mau gosto que promete entusiasmar as redes sociais e prejudicar o concelho:

 

Num primeiro momento, a tentativa de assumir o “poder” na Prazilândia, num contexto de absoluta guerrilha dentro do Executivo PSD para obter o lugar de representante da Câmara na Prazilândia, com o intuito de nomear novo presidente de Conselho de Administração, quiçá ocultando algumas irregularidades que por aí vão ecoando…

 

No segundo episódio, como que “por encomenda”, assistimos a uma reportagem televisiva, arranjada através de alguns amigos “de fora”, bem identificados, e patrocinada por uns outros quantos “ de cá”, para criar impacto negativo e iludir os Castanheirenses, como é prática comum em alguma comunicação social “à la carte”, inflamatória e à medida do requerente.

 

Saliente-se que, sobre esta matéria, ao contrário do que se pretende veicular de forma desonesta e mentirosa, tivemos a oportunidade de, com transparência e lealdade, manifestar o nosso desagrado perante o estado geral de algumas infraestruturas, designadamente o complexo da Praia das Rocas e alertar para a necessidade de, rapidamente, intervencionar aquele e outros espaços.

 

Coisa distinta é instrumentalizar a opinião pública ao serviço de estratégias saloias de eleitoralismo bacoco e extemporâneo, sacrificando todo um percurso de consolidação, quer ao nível financeiro, quer ao nível do próprio “branding” territorial por parte da empresa municipal.

 

Estamos, com efeito, perante verdadeiros terroristas, cujo propósito de orquestrar a corrida ao poder, ainda que minando irreversivelmente valores fundamentais como a Coesão e a Lealdade, tulhe e amputa qualquer possibilidade de sucesso para o nosso Concelho, sobretudo no atual contexto pandémico.

 

De facto, estaremos, infelizmente, encarcerados num lamaçal de egos e interesses, onde os carrascos deste Concelho de características ímpares de luxo, transformam a nossa imagem, dolosa e deliberadamente, em lixo.

 

Nesta tragicomédia, o terceiro episódio centra-se na Carta aberta escrita à senhora Presidente e, hoje, tornada pública.

 

Sempre diremos, a este respeito, que se ultrapassaram todos os limites da decência e da dignidade, substantivando uma atitude de verdadeira irresponsabilidade.

 

Afinal, que podem os Castanheirenses esperar de um Executivo onde não só não se entendem, como se traem sistematicamente?

 

TENHAM VERGONHA NA CARA e demitam-se!

 

Quanto ao conteúdo da mesma, porque somos incapazes de descer ao nível rasteiro do(s) seu(s) autor(es), escusamo-nos a classificar as insinuações que ali são feitas.

 

Ainda assim, porque em política não vale tudo, afirmamos, com clareza, que percebemos perfeitamente o seu enquadramento, no âmbito de uma estratégia mais lata de desgaste público com alvos muito evidentes e fins que as próximas eleições confirmarão.

 

Deste modo, refutamos e repudiamos em absoluto a forma mentirosa, falsa e leviana como aquele documento sugere climas de associação, coligação ou o que quer que seja entre os vereadores do PS e quem quer que seja.

 

Compreendemos, pois, a angústia de quem, tendo sido SEMPRE corresponsável em todas as matérias que têm acentuado a nossa depressão socioeconómica, por inércia, por incapacidade, por incompetência, procura agora dissociar-se a todo o custo daqueles com quem foram eleitos, sacudindo a “água do capote”.

 

É sempre mais fácil apontar responsabilidades, do que perceber onde se falha e corrigir…

 

Já todos sabemos que não se entendem e que se atraiçoam constantemente! Mas pior que isso é estarem a trair Castanheira de Pera e o povo que vos confiou os desígnios do nosso Concelho.

 

Temos afirmado em sede de Reunião de Câmara que nada fazem, que não há rumo, não há estratégia e que de poder local, pouco ou nada sabem.

 

Contudo, assumimos que, em política rasteira e punhaladas nas costas, são exímios e que está visto que não pretendem lutar por Castanheira e os Castanheirenses, mas sim, pelas vossas vidas!

 

Quando se está na política devemos estar para servir e nunca para nos servir!

 

Reafirmamos que AS ELEIÇÕES GANHAM-SE E PERDEM-SE NAS URNAS E POR FORÇA DA VONTADE DO POVO CASTANHEIRENSE; nunca, por nunca, por “ASSALTOS AO PODER”!!!

 

Reiteramos que em Política não pode valer tudo e para os Vereadores do Partido Socialista “jogadas” de baixo nível, “rasteiras” e ataques pessoais, sejam eles dirigidos a quem forem, nunca vão merecer da nossa parte qualquer apoio.

 

Pelo contrário, repudiamos em absoluto estes comportamentos e na qualidade de Vereadores, mesmo na oposição, existe algo que se sobrepõe a qualquer ação partidária: o Concelho de Castanheira de Pera e os Castanheirenses!

 

Neste caso em particular, a nossa Militância tem um só nome: CASTANHEIRA DE PERA!!!

 

Não confundimos as coisas, não promovemos guerras internas e não alimentamos egos pessoais.

 

E que ninguém se deixe enganar, esta atitude do Sr. Vice-presidente, de quem Pôncio de Pilatos é um mero aprendiz, não serve para outra coisa senão para um lavar de mãos, com a água que ele próprio sujou. Os mais incautos acharão que tomou uma atitude digna, como se as traições possam/pudessem adquirir dignidade com faltas de lealdade, os mais atentos percebem toda a orquestração que está em marcha.

 

Para quem começou como Judas e já vai em Pôncio Pilatos adivinha-se que ainda quererá aparecer como um Messias, o Salvador…

 

O Secretariado do Partido Socialista de Castanheira de Pera

 

Castanheira de Pera, 29 de maio de 2020

 

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