AVP: Petróleo – Ouro Negro

O petróleo é um óleo mineral de origem orgânica, um hidrocarburante bem conhecido de todos nós, o mesmo se contém em rochas porosas e permeáveis situadas numa configuração geológica que favoreça a acumulação do petróleo.

Em seguida temos o petróleo de xisto nas profundezas da terra, uma rocha metamórfica, sujeita a transformação composta de lousas e de ardósias.

Os Estados Unidos da América do Norte são no tempo presente um dos países exploradores de petróleo de xisto, todo o seu continente está minado na procura desse ouro negro, um petróleo de menor qualidade, certo, mas que os mesmos os mesmos mantêm uma produção de 11 milhões de barris de petróleo, igual em quantidade aos países da O.P.E.P., grandes produtores mundiais.

No mês de Abril de 2020, o mundo viveu de restrições e com medidas delimitadas, medidas destinadas à limitação de riquezas na sociedade, com enormes benefícios para a protecção do ecossistema do planeta Terra, mas com imensas perdas para com a economia mundial. Assim vem acontecendo com várias potências mundiais como no caso dos Estados Unidos da América e a fanfarronice do seu presidente, pelo seu invento, que se traduz na abundância e riqueza do seu solo, pela extracção de petróleo, assim como o de um combustível gasoso chamado gás, que contribui à prosperidade de vários países.

Como será o futuro do novo mundo depois da passagem do coronavírus, como será este absorto ou êxtase por determinada actividade industrial que provoca diferimento o consumo real de tudo o que é comerciável e se enuncia no caso presente, como uma perda de valor, como no caso “inédito” do petróleo, esse ouro negro pouco procurado actualmente nos mercados internacionais, e que os seus produtores têm a braços, quantidades imensas desse produto petrolífero e que poderá a curto prazo arruinar a economia de pequenos produtores como no caso do Norte de África, entre outros.

Na continuidade dos baixos preços do momento, desse ouro negro, uma maioria de países neste baixo mundo se abastecem e armazenam em quantidades ou toneladas desse produto petrolífero para seu consumo interno. Será que o actual governo socialista do país, enfrenta essa possibilidade de armazenamento de gasolinas favoravelmente para uso interno, e que o povo português possa usufruir durante um período mais ou menos longo de uma baixa de preços nos postos de abastecimento das gasolineiras. Lá diz o velho ditado”vão-se os anéis ficam os dedos” para trabalharmos e reconstruirmos, prosperar e alcançar uma abertura com acesso ao novo mundo que se avizinha, combatendo esta falha momentânea, com novas ideias e na compreensão e conjugar em união para com o mesmo fim.

No presente, o povo português vive uma fase de interlúdio entre o passado e novo mundo que se avizinha, pelas consequências de uma epidemia viral, uma fase de transição progressiva e transformação de um sistema que já fez o seu tempo, para uma melhor atribuição de riquezas, de direitos e de vantagens, pois que todos nós somos filhos do mesmo país.

No tempo presente, o governo português terá sido largamente felicitado no seio da Comunidade Europeia pelo seu desempenho unificador e determinado, na produtividade de energias renováveis para além dos 65%.

Mas em contrapartida o grau de eficiência dessa produção, em nada beneficiou o consumidor português, que continua a consumir essas energias renováveis ao KW, a preços superiores aos praticados no mercado europeu.

Mas no fundo esta opinião favorável, não se resume simplesmente às energias renováveis. Enquanto vário países europeus se batiam com certas exigências sociais por parte dos coletes amarelos, o governo português congratulava-se de contentamento, pois que teria acalmado o espírito do povo português, devido a elevados aumentos salariais dos seus trabalhadores. Certo é, como é hábito, os trabalhadores do privado nada viram chegar aos seus bolsos, mas apenas umas pequenas migalhas que caíram da mesa. Lá diz o velho ditado “não devemos vender a pele do urso antes de o matar”.

Nos últimos 15 anos, não poderá haver comparação possível, o número de óbitos supera largamente o número de recém-nascidos, e no tempo presente não vamos além dos 8 milhões de residentes permanentes, pois que a convenção ou ajuste de factos na lei, não se encaixam, no sentido do aumento da procriação no seio dos casais portugueses.

Institucionalmente discutido e assente nos livros e registos e na maioria colectiva, uma façanha ou facto heróico e exemplar, pela remissão de penas de reclusos pronunciada pela Comunidade Europeia, nos últimos meses do corrente ano.

Uma acção digna de louvor. Terá sido o primeiro passo na direcção do novo mundo? Uma união fraterna entre povos e um sentimento de solidariedade, para com a igualdade, liberdade e fraternidade, sendo a divisa da Comunidade Europeia.

AVP

 

 

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