AVP: O Hemisfério Norte

São múltiplas as vezes que meditamos sobre a mesma questão.

Um pequeno país como Portugal assim fácil de governar, caso houvesse vontade política e tão difícil de situar no Hemisfério Norte que corresponde apenas a metade do globo.

Será que o país estará a diminuir nas suas proporções, ou haverá alguma deficiência funcional do sistema.

Somos conhecedores que na Alemanha germinou Gerhard Schröder e Ângela Merkel na França existiu François Mitterrand, na Inglaterra brilhou Tony Blaire, na América do Norte Bill Clinton e em seguida Barack Obama.

Serão os métodos de germinação humana , incapaz de reproduzirem personagens comuns, capaz de revigorar o país e salvaguardar os direitos inerentes de cada cidadão.

Em Portugal os ventos sopram geralmente do norte e logo os peixes da ribeira adormecem.

A Democracia é respeitadora da liberdade e do respeito pelo próximo., pois que a mesma tem as suas regras e deveres para com os povos.

Quando há fome, pobreza e miséria as regras republicanas não são em si respeitadas e perdem do seu valor.

Sabendo que um regime ditatorial é nele difícil de diferenciar a falsa da verdadeira informação, e isso se chama manipulação ou manobra manual para assim se iludir o povo, que será apenas creditado por uma desinformação baseada na ignorância, no isolamento e em seguida na divisão.

São condições onde se reconhece a perversão e o narcisismo, um contextura mental e desvio de tendências, um instinto que se traduz na precariedade.

Não é demais dizer que um ditador se apoia por um regime austero com técnicas infractuosas para se manter no poder, evitando assim toda a sorte de rebelião, e se servir do povo em nome de uma ideologia e num estudo de formação para se conseguirem os melhores resultados. Só uma manipulação insidiosa de massas, permitiria que esse fenómeno seja funcional.

Costuma dizer-se: quem bem faz a sua cama, bem nela se deita. Ao que nos apercebemos Portugal não está em bons lençóis, pela acção de serviços e na coordenação de projectos para a organização do país, pelo baixo nível económico.

O nível é um instrumento que serve para obter a horizontalidade de regras na sociedade e o equilíbrio da mesma.

Daí a reacção de cinco pequenos países nórdicos, entre eles a Dinamarca, Suécia e a Noruega, que tudo constroem em favor do conforto do seu povo. Vem daí a razão do desacordo para a distribuição de milhões de euros definidos favoravelmente pelo Banco Europeu e fortemente atendidos pelo governo português, em razão das suas dificuldades financeiras. Mais recentemente os países nórdicos ajustam as suas regras com uma cláusula no contrato, na liberdade aos direitos de circulação em todos os países da comunidade, proibindo a não aceitação de cidadão portugueses , como a entrada nos seus países, devido à contaminação de covid-19, que se alastra no território português.

E as divergências se sucedem com o financiamento dos grandes grupos.

Como poderá o actual governo facultar os capitais necessários para assim compensar ou equilibrar o saldo negativo dos grandes grupos bancários, assim como o aeroporto de Lisboa à altura de biliões de euros. Uma tarefa tanto ou quanto delicada para com o governo e o povo português, que na sua instável posição de precariedade conta com imensas dificuldades no seu dia a dia, com um trem de vida deficitário à sua subsistência, e uma taxa de IVA de 23%, enquanto nos países da Europa central, a média do IVA se delimita nos 20,5%.

Costuma dizer-se que a fé nos salva pois que a mesma é uma ideia de tolerância. A religião cristã é um conjunto de crenças e de práticas culturais que constituem uma aproximação entre o homem e o poder Divino. Um sentimento de veneração profunda graças à qual se acredita nas verdades reveladas pelo nosso Deus. A religião cristã é vivida no território português por 85% dos nossos compatriotas, numa linha de devoção a Nossa Senhora de Fátima e aos pastorinhos, na sua aparição no ano de 1917.

E o cristianismo se vive em Portugal de maneira ordenada e sem excessos seguindo os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo filho de Deus vivo.

E não de maneira anárquica de confusão e na desordem.

Considerando a alocução de um dos ministros do governo socialista nos fins de Junho do corrente ano, que defendendo a sua posição na defesa dos accionistas da empresa do aeroporto de Lisboa, afirmando que era inevitável a injecção de 1300 milhões de euros, apontava com o dedo, a quantas pessoas que estavam em desacordo com as suas ideias alegando nessa acção sequente a sua indiferença por se tratar de fanáticos religiosos.

Todos nós sabemos que em Portugal não há maus homens, nem más ervas, mas apenas maus cultivadores.

AVP

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