AVP – Meio Ambiental e Social

Os anos passam e os tempos mudam, numa escala legal do sistema internacional, sobre fenómenos da climatização, caracterizada na variação de temperaturas nas quatro divisões ou estações do ano.

Primavera, com um tempo moderado de 22 de Março a 21 de Junho, o Verão com uma série de temperaturas quentes de 22 de Junho a 21 de Setembro, Outono com as primeiras chuvas de 22 de Setembro a 21 de Dezembro, e o Inverno, sendo a estação mais fria do hemisfério boreal de 22 de Dezembro a 21 de Março de cada ano.

As variações e modificações do ritmos sazonal devem-se em parte a perturbações atmosféricas e a maioria desses problemas são relativos, e não são tomados no sentido da preservação do equilíbrio planetário e da poluição e contaminação atmosférica para a conservação da natureza – pequenas e grandes vilas, assim como o meio rural.

Na protecção da fauna e toda a espécie animal, a flora e toda a espécie de vegetais, na reprodução de flores jardins e quintais, oceanos, rios e afluentes respectivos.

Todo o ser humano deverá estar atento a questões preservativas em favor da natureza Mãe.

A natureza para o conjunto de todos os seres vivos, é uma substância infinita fora do alcance do homem, o mesmo poderá desejar e amar, regalar a sua visão pela sua magnificência, obra feita pela mão de Deus, e a preferir por devoção, mas jamais o homem poderá se apropriar da mesma durante a sua passagem terrestre.

A contaminação do meio ambiente, sobre o qual todos nós habitamos a todo o momento, é derivada de uma composição química causada por detritos ou resíduos industriais, gasolineiras e pesticidas de várias espécies no meio rural, assim como de radioactivos resultantes da reacção nuclear, ruídos inarmónicos, vibrações e barulhos perturbadores causados por animais nas nossa vilas, que violam as disposições legais e são a causa de problemas de saúde, como auditivos. Porque o barulho não faz bem, e o bem não faz barulho.

Em seguida podemos meditar sobre a contaminação das águas por elementos gasosos, gás sulfúrico e nítrico que poluem a atmosfera terrestre, plásticos, esgotos e sedimentos, assim como resíduos agrícolas de natureza química pela sua infiltração.

Tudo isso num grau bastante elevado de poluição, e em parte no aquecimento global da atmosfera terrestre etc.

Alguns anos já passaram depois de se ter ressentido a falta das chuvas, deixando lugar a vagas de calor resultantes do aquecimento global do planeta, o que não terá sido o caso nestes dois últimos anos. E de repente entre nós, de observadores compulsivos neste mundo semi-virtual onde a realidade tem menos importância que a verdade e a transparência, ditando os seus alarmismos excessivos, sobre a falta de chuva num futuro bem próximo.

Mas sabemos de antemão que a verdade é uma ideia que se opõe ao erro.

Bastaria levantar o pé do acelerador poluente sobre várias condicionantes – económicas e industriais, petrolíferas e químicas e em seguida a natureza tomaria posse dos seus direitos.

 

APIN “Empresa” Intermunicipal do Pinhal Interior

Uma empresa é considerada uma unidade económica de produção em tudo o que é susceptível de se produzir ou inventar resultante da produção na fabricação de um produto.

Enquanto que uma sociedade é um contrato entre várias pessoas que se obrigam a contribuir com bens e serviços para o exercício em comum de certa actividade económica, que não seja de mera atribuição, com o fim de repartir os lucros resultantes dessa actividade.

Sendo a sociedade APIN exploradora das águas de nascente, sendo essas águas um tesouro natural, pelo qual todo o ser humano tem o direito de beneficiar.

A sociedade APIN é favorecida por um decreto-lei para com o cálculo das estimativas, sobre o consumo das águas de nascente nas famílias na zona do Pinhal Interior.

Assim aconteceu no ano de 2020, uma medida impugnável que levou essa mesma sociedade a facturar os seus clientes pelo consumo das águas de nascente, duas vezes em cada mês com um aumento de capital de 300% nesse mesmo ano.

Será que o mesmo decreto-lei favorece pelo mesmo essa sociedade exploradora da virtude das águas a registar nas suas facturas um débito imaginário, pela ausência de leitura da água consumida e consultável nos contadores, como aconteceu nos passados meses de Fevereiro e Janeiro do corrente ano?

Será que o consumidor desta zona passou um cheque em branco à sociedade APIN para que tal tenha acontecido?

A consideração pelo cliente deverá passar por um exame, na reflexão nas grandes decisões, importante para quem serve a utilidade pública.

Em qualquer circunstância, é preciso dar vida ao Povo e não fazer a vida à custa do Povo.

AVP

 

 

 

 

Comments are closed.

Scroll To Top