AVP: A Precisão da Palavra

A pandemia do momento e as leis que regem o seu fundamento, têm ao menos a virtude de nos fazerem compreender que o mundo no qual vivemos, poderá bascular mais rápido do que o previsto. E que todos os Povos puderam se questionar e bem pensar, pois que o possível e o imaginário, poderá nos cair sobre a cabeça, a qualquer momento da existência. Recordamos a Bomba, a que se escreve com letra maiúscula e nos lembramos da explosão num passado atroz em Hiroshima e Nagasaki.

O ser humano se livra de pensar nessa crueldade, mas muitos outros seres, pensam em nosso lugar. Os que em nosso nome e com os nossos impostos, durante o dia e a noite, fazem com que submarinos patrulhem em segredo o fundo dos mares e transportem dentro dos mesmos mercadoria suficiente para atear várias Hiroshimas, sobre toda a terra.

Vários países do mundo possuem essa bomba nuclear, mas pelo momento não se aprestam a renunciar desse engenho.

Um acordo nesse sentido foi assinado em 2017 pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, sendo marcada a sua rectificação por mais 50 outros países no mundo com entrada em vigor a partir do ano 2021.

Se houver lugar, essa assinatura será mais que uma folha de papel, metida no fundo de uma gaveta, para a interdição e utilização dos vários produtos nucleares, no desenvolvimento da produção, estocagem e utilização dessas armas, nos países reconhecidos e identificados na possessão dessa bomba atómica.

A bomba atómica resta um dogma, um arsenal nuclear, sem algum debate de fundo, nem alguma interrogação, sobre uma política dissuasiva, um fundamento incontestável, ou uma sujeito tabu.

Voltamo-nos para a actual pandemia, pois que a mesma tem inconveniências de ordem moral, a de nos ensaboarem as orelhas, durante dia e noite sem interrupção, o que se aproxima de uma técnica baseada no alarmismo, uma área de engano propositado, com aparência ilusória.

À sombra da mesma pandemia, são fortunas que crescem e se desenvolvem, desde o começo da mesma ao termo do seu crescimento, um aumento de volume nas riquezas em particular, em milhares de euros.

Depois de toda esta devoção, e a afectação do ponto de vista teórico sobre as causas da pandemia do momento, somos atraídos pelo desenrolar da informação diária, um monopólio diversificado sobre um produto irreverente e desconhecido, na fabricação de uma vacina, pela acção de efeitos secundários, nos vários laboratórios espalhados pelo planeta Terra.

A informação é um indicador influenciável designadamente ao serviço da humanidade, por observação e transmissível a todos os organismos sociais.

A precisão da palavra deverá ter um princípio de conformidade e de exactidão sobre a informação, seja a mesma digna de direito e de verdade. Em outro, somos sistematicamente absorvidos pela denguisse dos poderosos deste mundo, se não vejamos – a Oeste o ex-presidente Trump, separou as crianças filhas da emigração, de seus pais, e abreviou falsas novidades para com o seu povo, refutando ao mesmo tempo guerras comerciais com os seus aliados, e ao mesmo tempo especializado na desinfestação, aconselhando o seu povo a ingerir um líquido lixivioso para limpeza das artérias em tempo de epidemia viral. A Leste Kim Joung-un, vai se divertindo com a sua bomba atómica. Quanto a Putin, vai mantendo as hostilidade com os países vizinhos para assim reviver a nostalgia da Rússia Imperial.

Nas Filipinas, Rodrigo Duterte vem tratando de maus nomes o nosso Papa Francisco e massacrando drogados, na China o seu primeiro-ministro elabora disposições sobre a constituição para estabelecer o seu reinado à vida.

Ser Português o que significa para com a juventude do país dos 18 aos 30 anos? Temos uma juventude com condições históricas, um recital de acções, um título de crédito reconhecido mundialmente, relativo à época dos descobrimentos, com uma força de espírito digna de memória, nesse período determinante e único para a História de Portugal.

Mas como nós sabemos que a vestimenta em si não faz o monge.

No seguimento do século XIX, várias gerações da juventude portuguesa viveram com os olhos postos na emigração, pelo reconhecimento da carência de meios económicos e sociais, assim como humanos, para subsistirem às exigências vitais do quotidiano. A continuidade desta acção política faz com que os nossos jovens não consigam viver neste país, que os viu nascer.

Diz o velho ditado que todos os caminhos vão dar a Roma.

Os caminhos traçados pelo poder socialista, que nos habituou a jornadear ou a percorrer, estão situados numa zona pantanosa onde as condições de acesso são sujeitas a um regulamento, ao abrigo de uma sociedade de elite dominatriz.

O cidadão português vive numa encruzilhada sem direcção possível à pergunta da felicidade neste mundo efémero, ou passageiro.

Não podemos nem devemos ser apenas simples espectadores neste país no qual vivemos, tanto ou quanto árido, pobre de imagens e de ideias – mas participando na vida do país como actores e protagonistas na forma de viver, sendo todos nós cidadãos portugueses herdeiros privilegiados das riquezas do nosso país.

Pena que os eleitores portugueses não votem pelos seus direitos e deveres na prosperidade durante a sua existência.

Na declaração dos direitos e liberdades do cidadão podemos ler o seguinte – A Nação Republicana deverá proteger o cidadão na saúde e na segurança de meios materiais, todas as pessoas em razão da sua idade e do seu estado físico ou mental, da sua situação económica e da sua incapacidade ao trabalho, têm o direito de obter da colectividade, meios convenientes à sua existência.

O Sol espera ver a Lua, mas o Sol não a verá.

Pois que a Lua poderá ser descoberta na obscuridade.

Diz o velho ditado, quem tem olhos que veja, quem tem ouvidos, ouvirá.

AVP

 

 

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