A.V.P. – A vida se conjuga ao presente

O investimento é um fenómeno ligado a um organismo vivente, do mesmo que um organismo poderá ser composto de uma célula de indivíduos considerados unidade constitutiva da organização social, com ideias que poderão ser subjectivas delas mesmas e se constituírem numa pedra de um vasto edifício.

O investimento do primeiro tipo, poderá sair da memória a todo o momento e se perpetuar na História do país, mas se o mesmo se eternizar, poderá ser pela falta de imaginação necessária à sua eclosão.

Ser vigilante é o dever de cada cidadão, para que a nossa sociedade seja em si uma sociedade onde todos nós nos sentimos fiéis.

Digamos não a um sistema que é a causa dos baixos salários e reformas e a tudo o que é dever e se adquiriu da segurança social. Digamos não a uma sociedade onde a comunicação ou informação, que tem como missão principal a de informar o grande público, e a mesma está nas mãos de grande grupos, tudo isso podíamos refutar se o povo fosse um verdadeiro herdeiro dum conselho económico e social. Tudo isto merece uma resposta táctica por meios de acção negociáveis pelo valor do reconhecimento utilizáveis, para assim se obterem verdadeiros resultados informativos.

Certo que há razão de indignação neste mundo assim complexo do tempo presente, tendo em conta a linha de distância que separa os mais afortunados do trabalhador do primeiro escalão pela competição de poderes.

A ditadura dos mercados financeiros, a falta de transparência pela opacidade da segurança social, na falta de um plano completo tendo em conta a grande maioria dos idosos, pela falta de meios de existência com um complemento de dependência, pela incapacidade motriz pessoal, sem necessidade de recorrer à inspecção médica devido ao conhecimento e relação directa entre o médico de família e a segurança social. Esse é o processo único praticado na Comunidade Europeia, assim como uma reforma que permita aos antigos trabalhadores do privado de acabarem os seus dias com dignidade.

A vida se conjuga ao presente, e isso o actual governo socialista não deverá olvidar nem esquecer.

Somos uma sociedade devotada e aficionada nos princípios da organização mundial, membros da OCDE, ONU, organização sem interesse particular e nas últimas décadas de anos, Portugal vem sendo membro da Comunidade Europeia.

Todas as organizações mundiais têm um custo elevado, a quanto se deva, à cotização anual depois do Brexit do Reino Unido à Comunidade Europeia.

No contexto económico e social, os meios de comunicação e através das antenas da rádio, nos profeciam a tradução de um processo excessivo e sem utilidade sobre a alimentação humana. São uma verdade, toneladas desses alimentos próprios ao consumo são relegados a cada semana e lançados nos caixotes do lixo, enquanto milhares de famílias vivem com imensas dificuldades no seu dia a dia.

Inverter essa tendência e agir em consequência e suscitar o interesse comum e intervir à altura das necessidades, pela simples acção de recuperação desses alimentos em excesso para a nutrição de uma classe desfavorecida à desvantagem social e económica.

Originar assim o interesse comunitário com a cumplicidade do trabalho benévolo e a cargo de associações, para a recuperação de alimentos nas pequenas e grandes superfícies alimentares e mesmo nos meios de luxo e nos cruzeiros, ao momento da sua escala no país, com contrato com as associações locais.

Não é fácil resistir à Declaração Universal dos Direitos Humanos… cada indivíduo tem o direito à sua nacionalidade e cada pessoa, sendo membro de uma sociedade, terá todo o direito à segurança social, pois que a mesma foi fundada para dar satisfação aos direitos económicos, sociais e culturais, indispensáveis à dignidade humana, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional.

Venha até nós o precioso desejo para que cada humano encontre motivo de indignação, pois isso é precioso para a corrente da história, possa progredir em Portugal e vá ao encontro de uma maior liberdade natural e de justiça, sendo o princípio moral do reconhecimento e do respeito dos direitos naturais, segundo a lei universal.

Todos nós vivemos numa interconexão, como jamais terá acontecido, mas mesmo assim deparamo-nos com imensas coisas insuportáveis neste baixo mundo, daí a razão de toda essa indignação.

 

Boas Festas e próspero Ano Novo 2021!!!!

AVP

 

 

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