A Lotosatisfação

No tempo presente em que o mundo da comunicação se projeta numa nova era, qual o equilíbrio que vai reagir neste ecossistema de médias entre actores Europeus ou plataformas Americanas, na lógica desse sistema operacional. E como se desmarcar ou separar da publicidade excessiva no espaço público, neste baixo mundo onde tudo é competição e rivalidade, e por fim como proteger o subordinado do poderoso influenciador, assim como o internauta e o consumidor. Há interrogações profundas no que diz respeito ao termo ou finalidade dos média na democracia.

Podiamos puxar mais longe ou nossa reflexão, sobre uma Europa menos dividida e mais solidária para com os deveres  e atentiva à pobreza e à falta de inovação no País.

Ainda é tempo de construirmos um País mais justo, o conforme aos direitos da humanidade, assim como salvar a Europa e o mundo pensando numa reflorestação adequada aos terrenos e a ecologia, e combater os criminosos na prática do fogo, na limpeza dos oceanos – acabar com sentimentos indesejáveis e violentos na Internet, e pensar nos direitos da mulher mundialmente falando, tudo será possível se os traços de luz solar passarem através do cérebro humano.

A frequente generosidade do actual governo socialista da nação para com a banca e o aeroporto de Lisboa, atingem proporções materiais indecentes, não respeitantes da ordem moral e social não correctas às causas finais das famílias portuguesas que passam for uma carência ou privação que desonra a sociedade portuguesa.

Sabendo que no seio da nossa sociedade existe depois de 12 anos, uma blocagem económica ou imobilização na crescença económica e social, fixada no limite de 1% a cada ano que passa.

Nesta determinação de limites, a pobreza galopa a passos largos atingindo o 1º escalão da Sociedade assim como a classe média do País.

Nesta época de algoritmia ou seja de métodos e cálculos na teoria dos números, será impossível de ganhar fortunas com os jogos da Sorte, sendo notória ou pertinência do Povo Português nesses jogos do azar, sabendo que o melhor dos burlistas propenso à fraude, não terá a mínima chance de ganhar fortuna, onde a melhor maneira de ganhar é a se abster de jogar.

Nesse meio infernal do jogo, o único beneficiado com enorme remuneração anual é o governo da Nação.

A Portuguesa de jogos da Sorte, ou a Santa Casa, como a mesma se identifica, na sua apelação, reconhecedora, dos seus méritos e suas causa, nos interpela e nos comunica a sua benquerença, na participação do seu amor pelo património. Estando ao lado dos comerciantes, socorrendo os mais frágeis, o gosto pelos que ganham na lotaria, assim como uma ajuda particular no desporto e do amadorismo ao campeão.

Assim a Santa Casa da Sorte, anuncia páginas de publicidade a prevalecer o seu humanismo e a sua generosidade.

A lotosatisfação da Santa Casa, se inventa como sendo uma instituição de interesse público, embora que a sua particularidade é o de ratinhar o proletário ou membro da classe pobre, e o aditivar no senso do jogo.

Uma boa campanha de publicidade de boa ou má consciência e o jogo está feito.

Será possível sabermos onde vão cair toda a quantidade de milhões de euros anuais, provenientes da Lotaria Nacional, Totoloto, Euromilhões, Totobola e raspadinhas variadas etc. etc.?

Haverá razão para certa percentagem dessas quantias astronómicas não sejam aplicadas em beneficio e recuperação de monumentos, Igrejas, na arte mecânica e manual baseadas no homem, que tanta falta fazem no País, assim como na formação de artistas exímios nas belas artes!!!

O mundo está em perfeita mutação, como evocar no campo da consciência a União Soviética que se desactivou da conexão com os Países vizinhos e tombou  como um castelo de cartas no meio do liberalismo de certos Países Europeus e o Alemão, na continuidade da democracia e da liberdade contra a opressão.

Num futuro bem próximo o conceito da República terá um novo paradigma um modelo conceptual baseado na ecologia e na evolução cientifica.

O conservadorismo da direita Republicana e da esquerda socialista dão sinais de desgaste, um modelo de inspiração lenta.

Costuma dizer-se que a verdade é obra de cada indivíduo.

Nas sagradas escrituras podemos ler: o mandamento é uma lâmpada e a lei uma Luz, diz o Senhor. A luminosidade é um fenómeno que nos serve a seguir a fé em Deus. Mas a lei divina são preceitos que Deus deu ao homem por revelação do Antigo e Novo Testamento.

A lei neste mundo de categoria social, é uma prescrição do poder legislativo para a organização da sociedade, obedecendo a um conjunto de regras, mas que todo o ser humano seja consciente e que as saiba observar e traduzir pelo conhecimento racional, em oposição de quem vive no obscurantismo da ignorância.

AVP                  

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